Fernando Diniz analisa seu temperamento e reflete sobre vaias da torcida do Vasco

O Vasco empatou com o Madureira nesta segunda (2) pelo Carioca. O time de Fernando Diniz esbarrou em grande atuação do goleiro adversário e somou mais um tropeço no torneio. Apesar da partida pelo estadual, mais uma vez o técnico comentou sobre o caso com Nuno no último jogo diante o Mirassol, no Brasileirão.
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Respondendo mais uma vez sobre seu temperamento, Diniz afirmou que a maneira como trata seus atletas é um pilar de seu trabalho. Assim, mesmo que seja duro às vezes, não tenho medo de abordar o jogador e mostrar o melhor caminho. Com isso, afirma que acaba se expondo em prol daqueles que estão em campo.

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"Um dos pilares é a maneira como eu abordo o jogador. Que eu não tenho receio, não tenho medo de abordar o jogador, que o jogador sabe que aquilo é para o bem dele. É um papel difícil, não é para qualquer um. Eu me exponho em favor do jogador", comentou Fernando Diniz.
Mesmo diante as críticas que recebeu após o caso com Nuno Moreira, Diniz afirmou que não vai mudar. Segundo ele, é recompensador, pois depois os atletas compreendem e lhe agradecem. Com isso, cita ocasiões onde foi exaltado por nomes como Bruno Guimarães, Brenner e Rayan.
"Eu não vou trocar uma crítica das pessoas fazerem, muitas vezes com malícia, por receber um carinho como eu recebi do Rayan, como foi com o Brenner quando chegou aqui, Bruno Guimarães... o meu temperamento é esse. Ele pode ajustar, pode melhorar", disse.

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Por fim, relembra o caso no último jogo com Nuno. Segundo ele, apesar de se recusar a "mudar" seu temperamento, reflete que se soubesse que estava sendo gravado, não agiria daquela forma.
"Repito, se eu tivesse percebido a presença da câmera, ali eu teria segurado e não teria sido tão enérgico na cobrança. A minha maneira de tratar o jogador é aquilo, com muita conversa, muita amorosidade", explicou o técnico do Vasco.
Diniz reage a vaias da torcida do Vasco
Após o apito final, o Vasco foi vaiado por sua torcida. Fernando Diniz comentou sobre o assunto e saiu em defesa dos vascaínos. Segundo ele, os torcedores estão no direito de vaiar, embora considere que sua equipe não tenha feito uma partida ruim, avaliando apenas como uma falta de inspiração.
"Para recuperar a confiança tem que ganhar o jogo. A torcida está no direito de vaiar. De mim eles só vão receber elogios, vaiaram merecidamente. Não é que fizemos uma partida péssima, tivemos bola na trave, pênalti, mas não foi o suficiente. Tínhamos que ter mais inspiração e vencer o jogo", analisou.
O próximo compromisso do Vasco será pelo Brasileirão. Depois de perder para o Mirassol na 1ª rodada, o Cruzmaltino vai em busca de recuperação. Assim, encara a Chapecoense, em casa, na quinta-feira (5), às 20h (horário de Brasília).













